Colisão
Vender carro batido sem precisar consertar
Batida de frente, de traseira ou de lado, com ou sem airbag acionado. Avaliamos pelas fotos, sobre o dano do veículo, e pagamos à vista no ato da retirada.
Consertar ou vender?
Depois de uma batida, a primeira ideia costuma ser levar o carro à funilaria. Mas o orçamento raramente fica só na lataria: suspensão, radiador, faróis, sensores e airbags entram na conta, e o carro ainda perde valor de revenda por ter histórico de colisão.
Quando o conserto fica caro demais ou a seguradora não cobre, vender o carro batido no estado em que está costuma ser o caminho mais rápido para transformar o problema em dinheiro.

O que pesa na avaliação
- Onde foi a batida: dano na estrutura (longarinas, colunas, assoalho) pesa mais do que dano em para-choque, capô ou porta.
- Airbags acionados: a troca do sistema encarece o conserto e entra no cálculo.
- Parte mecânica: se o motor, o câmbio e a suspensão foram atingidos.
- Peças aproveitáveis: o que ficou inteiro também tem valor.
Fotos que ajudam
Mande fotos dos quatro lados com o carro inteiro no quadro, closes das partes amassadas e o painel com a ignição ligada. Se o carro ainda liga, um vídeo curto com o motor funcionando ajuda a avaliar melhor.
Carro batido
Dúvidas sobre vender carro batido
O carro não anda depois da batida. Vocês compram?
Sim. Buscamos o veículo onde ele estiver, mesmo sem condições de rodar.
Os airbags abriram. Isso impede a venda?
Não. Airbags acionados entram no cálculo do valor, mas não impedem a compra.
Já comecei o conserto na funilaria. Ainda compram?
Compramos. Avaliamos o carro como ele está, inclusive desmontado na oficina.
Compram carro batido popular ou com mais de 10 anos de uso?
Não. Em todo o Brasil, inclusive em Minas Gerais, compramos somente veículos de até 10 anos de uso e de categoria média ou superior (sedãs, SUVs, picapes e utilitários). Não aceitamos carros populares de entrada, como Gol, Uno, Palio, Celta, Ka, Kwid e Mobi, nem veículos mais antigos.